Saturday, April 29, 2017

The female "open-handed" in the relationship ...///O “abrir-mão” feminino no relacionamento…

The female "open-handed" in the relationship ...

I have heard in recent times several women questioning about happiness and full life and in common they all have the same discourse: "I gave up on something." In my life experience I have had to give up a lot of things from a very young age, but the things I gave up were in function of myself and to benefit from other more enriching experiences.
We women are born into a macho culture and are educated to be submissive to men, and then to their children. Those common phrases, I could not do that college I wanted because I had children, I did not go to live in the city of my dreams because my husband has a job in this city that I live in, and so the woman's plans are always canceled, forgotten , Subdued.

This giving up means to renounce, self-flagellate, submit, and we have no guarantees that this will bring us any positive results.

I was not raised to be a husband's shadow and no matter where he works I will still decide to live where I WANT to live.

Children grow up, and have to be prepared for the world, and the more determined, strong, learned, traveled, successful, hardworking, independent emotional and financial I am, the example of life I will pass on to my children will be stronger and Not a financial parasite that leaned behind a male and the money he was able to make.

I have the ability to do mine, to fight for my space, to decide WHERE my space will be. Marriage and children should be understood as blessings and not anchors that leave a woman's life stagnant.
I will never give up on myself, on my projects, on my dreams, and if I ever do, it will be for my own recognized weakness, I do not believe that I blame (or apologize) others as husband and family for their own limitations Imposed by ourselves is the best way. There is also that group of women who live in abusive relationships oppressed by their own partner to grow and evolve, and like any "good" abusive relationship, they themselves can not see themselves in an abusive relationship, these are the most unsuccessful, the most They give up because they suffer from emotional blackmail of the partner all the time threatening to end the relationship. The ideal partner will support you in your dream even if he lives in Acre and his dream is in China. Whoever is together does not necessarily have to be close to the disposition, there is no role of wife or submissive woman is doing, she is relegated to domestic and / or sexual service.

Cowardly men feel uncomfortable with strong, determined, full, independent women, for their authority does not work there, nor does it have to function in any relationship.

I would never marry to take orders, much less yield to blackmail. The human being is born equipped with his own abilities where he must lead his life to develop these capacities, this is called evolution. And these capabilities do not necessarily have to be tied to the city of my husband's work. Living according to the decisions of another person's life is not appropriate and there is no guarantee that this person will always be there with us.
We are born and instructed to be successful in the things we choose and the geography of that success can not be tied to a relationship, or a relationship has no right to disrupt, to delay the geography of that success. To mutilate, to scourge and to play a life outside being an amoeba, a shadow, a parasite is not synonymous of strength and nor of success, much less example to give to the children.
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O “abrir-mão” feminino no relacionamento…

Tenho ouvido nos últimos tempos varias mulheres se questionando sobre felicidade e vida plena e em comum todas elas tem o mesmo discurso: “eu abri mão de certa coisa’’. Na minha experiência de vida eu tive que abrir mão de muita coisa desde muito nova, mas as coisas que abri mão foram em função de mim mesma e de me beneficiar com outras experiências mais enriquecedoras.
Nós mulheres nascemos dentro de uma cultura machista e somos educadas a sermos submissas aos homens, e logo depois aos filhos. Aquelas frases comuns, eu não pude fazer aquela faculdade que queria por que tive filhos, eu não fui morar na cidade dos meus sonhos porque meu marido tem um trabalho nessa cidade que eu moro, e assim os planos da mulher vão sendo sempre anulados, esquecidos, subjugados.

Esse abrir mão significa se renunciar, se auto-flagelar, se submeter, e não temos garantias nenhuma de que isso nos trará algum resultado positivo. 

Eu não fui criada para ser sombra de marido e não importa onde ele trabalhe eu ainda vou decidir morar aonde EU QUERO morar. 

Os filhos crescem, e tem que ser preparados pro mundo, e quanto mais decidida, forte, instruída, viajada, bem-sucedida, trabalhadora, independente emocional e financeira eu for, o exemplo de vida que passarei pros meus filhos será de mais força e não de uma parasita financeira que se encostou atrás de um macho e da grana que ele foi capaz de fazer.

Eu tenho capacidade de fazer o meu, de lutar pelo meu espaço, de decidir ONDE será o meu espaço. Casamento e filhos devem ser entendidos como bênçãos e não âncoras que deixam a vida da mulher estagnadas.

Eu jamais vou abrir mão de mim, dos meus projetos, dos meus sonhos, e se algum dia o fizer, será por fraqueza reconhecida minha mesma, não creio que culpar ( ou usar de desculpa ) os outros, como marido e família pelas próprias limitações impostas por nós mesmas seja o melhor caminho. Tem também aquele grupo de mulheres que vivem em relacionamentos abusivos oprimidas pelo próprio parceiro de crescer e evoluir, e como todo “bom” relacionamento abusivo, elas mesmas não conseguem se enxergar dentro de um relacionamento abusivo, essas são as mais fracassadas, as que mais se renunciam, pois sofrem chantagem emocional do parceiro o tempo todo ameaçando dar fim ao relacionamento. O parceiro ideal vai te apoiar no seu sonho mesmo que ele more no Acre e seu sonho esteja na China. Quem está junto não necessariamente tem que estar perto á disposição, aí já nem papel de esposa a mulher submissa está fazendo, ela passa a ser rebaixada a serviçal doméstica e/ou sexual.

Homens covardes se sentem incomodados com mulheres fortes, decididas, plenas, independentes, pois a autoridade deles ali não funciona, e nem tem que funcionar em relacionamento nenhum

Eu jamais me casaria para acatar ordens, muito menos ceder á chantagens. O ser humano nasce provido de capacidades próprias onde ele deve levar sua vida para desenvolver essas capacidades, isso se chama evolução. E essas capacidades não tem que estar necessariamente atreladas á cidade do trabalho do meu marido. Viver em função das decisões da vida de uma outra pessoa não é apropriado e não se tem garantia nenhuma de que essa pessoa vai estar sempre ali com a gente.
Nascemos e somos instruídos para sermos bem-sucedidos nas coisas que escolhemos e a geografia desse sucesso não pode estar atrelada à um relacionamento, ou um relacionamento não tem o direito de atrapalhar, atrasar a geografia desse sucesso. Se mutilar, se flagelar e jogar uma vida fora sendo uma ameba, uma sombra, um parasita não é sinônimo de força e nem de sucesso, muito menos exemplo a se dar pros filhos.