Tuesday, April 4, 2017

SELF STEEM 2 /// Auto Estima 2

Racism harms the lives of more than half a population. When mental patterns are established that refer the white race to the idea of ​​intelligence, prosperity, wealth, beauty, superiority, aristocracy, power, purity, this false standard violently violates the self-esteem of a mixed population that is the majority of a country of 200 million people. The escape of one's own identity, denial of race, self-hatred, and hatred of others are so frequent issues in the Brazilian race that they come to be considered banal, but one can never treat such an absurdity as banality.

The dehumanization of a population to impose a pattern of a minority as a symbol of strength, beauty, intelligence and power is the most complete crime and disappearance of the very people who live in Brazil. The whitening of the characters that are of black origin in books and novels, as the slave Isaura, is the most complete symbol of denial to the human race that inhabits Brazil.

One can not compare racism in Brazil with racism in any European country, or even in the American continent where blacks are minority and are represented in all sectors, fashion, universities, executive positions, politics, etc. The self-esteem of the Brazilian is denied, deferred, stepped down, renounced. Another proof of this is the millions of followers of white, lean, white, fair-haired, white-haired influencers, the reason why a whole non-white, brown, mongrel, and black population wants to identify with a stereotype so different from their own stereotype. It is a complete renunciation of self. The Brazilian has not learned to admire the black beauty, when a Negro is considered beautiful, attractive, it is because this black has white traces. And this results in the most disgusting PASSABILITY, where this negro is now tolerated in the judgment of whites, never accepted and treated with equality but tolerated to live with the white elite who preaches whiteness.

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O racismo prejudica a vida de mais da metade de uma população. Quando se são estabelecidos padrões mentais que remetem a raça branca a ideia de inteligência, prosperidade, riqueza, beleza, superioridade, aristocracia, poder, pureza, essa falsa norma agride violentamente a auto estima de uma população miscigenada que é a maioria de um pais de 200 milhões de pessoas. A fuga da própria identidade, a negação da raça, o auto ódio e o ódio ao proximo são questões tao frequentes na raça brasileira que chegam a ser consideradas banais, porém jamais pode-se tratar tamanho absurdo como banalidade.

A desumanização de uma população para a imposição de um padrão de uma minoria como símbolo de força, beleza, inteligência e poder é a o mais completo crime e desaparecimento do próprio povo que no Brasil habita. O embranquecimento dos personagens que são de origem negra nos livros e novelas, como a escrava Isaura, é o mais completo símbolo de negação á própria raça humana que no Brasil habita.

Não se pode comparar racismo no Brasil com racismo em qualquer país europeu, ou até mesmo no continente americano onde os negros são minoria e são representados em todos os setores, de moda, universidades, cargos executivos, políticas, etc. A auto-estima do brasileiro é negada, preterida, pisada, renunciada. Uma outra prova disso é os milhões de seguidores de digitais influencers brancas, magras, cabelos lisos, de olhos claros, a razão de uma população inteira não branca, parda, mestiça e negra querer se identificar com um estereótipo tão diferente do seu próprio estereótipo. É uma completa renúncia de si mesmo. O brasileiro não aprendeu a admirar a beleza negra, quando um negro é considerado bonito, atraente, é porque esse negro tem traços brancos. E isso resulta na mais nojenta PASSABILIDADE, onde esse negro passa a ser tolerado no julgamento dos brancos, nunca aceito e tratado com igualdade mas tolerado a conviver com a elite branca que prega a branquitude.