Friday, April 7, 2017

The "high-graduated Spiritual" Sister / A irmã graduada



I remember one fact that is worth mentioning, a "sister" of the religion that frequented in the Holy Spirit. She with her "counselor" graduation came to question me - why did I photograph so well? ~ At the time I understood with a compliment but today can better understand the racial issues surrounding my country, she was questioning indignantly and unable to understand why someone of my color and my looks could photograph so well.
Today seeing how prejudiced this "sister was in making this questioning and it is clear that she would never ask the same question for a white person, who has color and the" right "appearance to have artistic talents, not me.
Maybe she was trying to vomit on me the fact of having a diploma in the drawer, and a mediocre life of a failed housewife and not being good at anything.
She could not understand or accept the fact that I had multiple talents, including for photography. With that degree of counselor she has, this sensitivity, this "wisdom and understanding" about the neighbor, the abilities of the neighbor, the race and the appearance of the neighbor.
Having suffered embarrassment, humiliation, and public bullying from her father, master to some, it was not difficult to understand the absurd mediocrity of her mind.
Not yet happy, after I moved to the United States she came to send me a private message and tell me that I was BEAUTIFUL here in the USA, a person who never respected me for who I was, by my color, by the way I look, And felt entitled to question my intellectual abilities.

I had not undergone any change in my appearance, no plastic surgery, what had changed even was the landscape around me, where I had exchanged that mediocre hole of people prejudiced by the landscape of the American states where I traveled and I knew absolutely the whole country . Did she show another indignation and questioning, where she could not understand why I was living in a first world country soon? I realized now I was being transferred to the box of the respect and even to the box of [beautiful people] of the restless, indescribable imagery of this subject, in which I was not part until the moment of moving to the United States.
Besides she acted with prejudice, she charged me for the answers that her mind could not accept, not coming from me, from a person like me.
As a "graduation" of these I prefer to continue without degree to make a biased cardboard.
I reflect, so much indignation that a person with my race and appearance did not deserve to be in the place occupying now. In the mediocre mind this place is occupied by white people, it could never be occupied by me. I had no right to respect, how much more right to have talents, even talents these do not have.
I place myself to reflect if within the religious scope I met people like that with this degree of acceptance and respect for the neighbor in my way imagines outside the religion ...



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Lembro de um fato que vale a pena ressaltar, uma "irmã" da religião que frequentava no Espirito Santo. Ela com a sua graduação de "conselheira" veio me questionar - por que eu fotografava tão bem? ~  na época entendi com um elogio mas hoje podendo entender melhor as questões raciais que cercam meu país, ela estava questionando indignadamente e sem conseguir entender por que alguém da minha cor e com a minha aparência poderia fotografar tão bem.
Hoje vendo o quão preconceituosa essa "irmã foi ao fazer esse questionamento sendo que fica claro que ela jamais faria a mesma pergunta para uma pessoa branca, que tem cor e a aparência "certa" para ter talentos artísticos, não eu.
Ela não conseguiu entender ou aceitar o fato de eu ter talentos múltiplos, inclusive para fotografia. Com esse grau de conselheira que ela tem, essa sensibilidade, essa "sabedoria e entendimento" à respeito do próximo, das capacidades do próximo, da raça e da aparência do próximo.
Talvez ela estava querendo vomitar em mim o fato de ter um diploma da gaveta, e uma vida medíocre de dona de casa fracassada e não ser boa em absolutamente nada.
Ainda não contente, depois que eu me mudei pros Estados Unidos ela veio me mandar mensagem privada e me dizer que eu estava BONITA aqui nos USA, uma pessoa que nunca me respeitou por quem eu era, pela minha cor, pela aparência que eu tenho, e se sentia no direito de questionar minhas capacidades intelectuais.
Eu tendo sofrido constrangimento, humilhação e bullying em público pelo pai dela, mestre para alguns, não foi difícil entender a mediocridade absurda da sua mente.
Eu não havia me submetido á mudança alguma na minha aparência, nenhuma cirurgia plástica, o que havia mudado mesmo era a paisagem que me cerca, onde trocara aquele buraco medíocre de pessoas preconceituosas pela paisagem dos estados americanos por onde viajei e conheci absolutamente TODO o país. Ela mostrou outra indignação e questionamento, onde a mesma não conseguia entender por que logo eu estava vivendo num país de primeiro mundo? Eu percebi agora eu estava sendo transferida para a caixinha do do respeito e até mesmo para a caixinha de [pessoas bonitas] do imaginário inquieto, indagável dessa sujeita,  na qual eu não fazia parte até o então momento de me mudar pros Estados Unidos.
Além de ela agir com preconceito ela me cobrava as respostas que a mente dela não era capaz de aceitar, não vindo de mim, de uma pessoa como eu.
Como uma "graduação" dessas eu prefiro continuar sem grau a fazer um papelão preconceituoso .
Me coloco a refletir, tanta indignação por que uma pessoa com a minha raça e aparência não merecia estar no lugar ocupando agora. Na mente medíocre esse lugar é ocupado por pessoas brancas, jamais poderia ser ocupado por mim. Eu não tinha direito ao respeito, quanto mais direito de ter talentos, inclusive talentos esses que a mesma não tem.
Me coloco a refletir se dentro do âmbito religioso encontrei pessoas assim com esse grau de aceitação e respeito ao próximo no meu caminho imagina fora da religião...