Monday, December 19, 2016

More #racism / MAIS RACISMO

Our daily #racism of an infinitely backward, racist, segregated, oppressive bourgeoisie and a so called Espirito Santo means Holy Spirit ...
I am the daughter of white parents, granddaughter of 3 white grandmothers and a black grandmother, born of the mixture, of the miscegenation that is called Brazil, but only in theory. I grew up in a bourgeois neighborhood in a totally racist and oppressive society where I was not white or enough to take over a majority of the spaces I sought as intellectually as her own access. And when I think of the guys that I fell in love with and who only used me to satisfy them sexually and that the same guys made commitments to girls from families of "possessions" and very very white skin ... I start a questioning or love Men By their "assumed" maidens, those who have the "courage" to assume a light of day, although in the dead of night after leaving them at home, all get used to the black and mestiza and do with them they never Would do with their dignities to introduce a family ... Is it really love? Do they really have qualities in their personality that the facts feel love, admiration? The color of the skin speaks louder within the bourgeoisie. They speak so loudly that they are able to oppress as half-breeds, black, and lower them just to serve sex. Lei Áurea is nothing more than a dead paper. The descendants of millennial senhores de engenho are still used as blacks and half-breeds. Only for sexual favors and to assume as "Galicians" not because they are virtuous, have qualities, be interesting, or even passionate But because they are not of color. And I have a time that has a barbarity and injustice the racism that I suffered, today I put in place those that they assume and I see that they occupy a false place, of lies and illusions, and many betrayals where they are not chosen for having something extraordinarily special. The choice (such as burghers) is made to obey an oppressive pattern and not by personal merit of it.
#racismo nosso de cada dia de uma burguesia infinitamente atrasada,racista, segregada, opressora e estúpida chamada Espirito Santo...
Sou filha de pais brancos, neta de 3 avós brancos e uma avó negra, nasci da mistura, da miscigenação que é chamada de Brasil, mas somente na teoria. Cresci rechaçada num bairro burguês numa sociedade totalmente racista e opressora onde eu não era branca o suficiente para assumir a maioria dos espaços que almejava já que intelectualmente tive os mesmos acessos. E quando penso nos caras que eu me apaixonei e que somente me usaram para satisfazer-los sexualmente e que esses mesmos caras assumiram compromisso com moças de famílias de "posses" e de pele muito muito branca... Eu começo a questionar o amor desses homens por suas donzelas "assumidas", aquelas que eles tem "coragem" de assumir a luz do dia, embora na calada da noite após deixa-las em casa, vão todos se esbaldar com as negras e mestiças e fazerem com elas coisas que eles jamais fariam com as suas digníssimas de se apresentar a familia ... Será que realmente é amor? Será que elas realmente tem qualidades em sua personalidade que os façam sentir amor, admiração? A cor da pele fala mais alto dentro da burguesia. Fala tão alto que são capazes de oprimirem as mestiças, negras, e rebaixa-las tão somente para somente servirem para sexo. Lei Áurea não passa de um papel morto. Os descendentes de senhores de engenho do século passado ainda costumam usar as negras e mestiças ( que eram escravas no século passado ) somente para favores sexuais e assumirem as "galegas" não por elas serem virtuosas, terem qualidades, serem interessantes, ou até mesmo apaixonantes, mas sim por não serem de cor. E eu que passei tanto tempo achando uma barbaridade e injustiça o racismo que sofria, hoje me coloco no lugar daquelas que eles assume e vejo que elas ocupam um lugar falso, de mentiras e ilusões, e muitas traições onde não são escolhidas por terem algo extraordinariamente especial. A escolha (desses burgueses #palmiteiros) é feita para obedecer um padrão opressor e não por mérito pessoal das mesmas.B